INSCRIÇÕES 2025
INSCRIÇÕES DE COMUNICAÇÃO
ENVIO DE RESUMOS
ATÉ 03/02/2026
ENVIO DE PROPOSTAS ARTÍSTICAS
ATÉ 03/02/2026
ENVIO DE VÍDEO DE APRESENTAÇÃO DO GTX – ARTIFÍCIOS & ARTEFATOS
ATÉ 23/03/2026
ENVIO DE RESUMO EXPANDIDO
ATÉ 23/04/2026
ENVIO DE TRABALHO COMPLETO
ATÉ 23/04/2026
REGULAMENTO
Os trabalhos aprovados para apresentação serão divulgados até o dia 03 de Fevereiro de 2026.
Cada autor/coautor poderá enviar até 2 trabalhos e as línguas oficiais do evento são: português e inglês.
O estudante de graduação não poderá submeter trabalho a não ser em coautoria com primeiro(a) autor(a) que seja mestrando, mestre, doutorando ou doutor.
O resumo das comunicações enviado via Forms do Google, dentro do modelo de resumo disponibilizado nesta página, preenchendo corretamente todas as perguntas do formulário e selecionando o Grupo de Trabalho sugerido.
Os Grupos de Trabalho propostos para a edição de 2026 do congresso, onde as comunicações devem se encaixar, são:
GT1 – Arte, Ciência e Mídia para Além do Humano
Coordenação: Caio Dayrell Santos (UFMG)
A pandemia do coronavírus, a crise climática e a emergência de novas tecnologias de inteligência artificial desafiam fundações sobre as quais o humano se constituiu como sujeito privilegiado no mundo. O GT explora o pós-humanismo e suas diferentes manifestações nas artes, nas ciências e em outras expressões da cultura visual, desde videogames até a literatura. Há interesse tanto em trabalhos que abordem o humano como uma categoria aberta, dialogando com críticas feministas e decoloniais, assim como em projetos que explorem outras ontologias não antropocêntricas. Há interesse em estudos que explorem Novo Materialismo, Estudos Sociais de Ciência e Tecnologia, Teoria Ator-Rede, Estudos dos Animais, Perspectivismo Ameríndio, Realismo Especulativo, Ontologia Voltada ao Objeto, entre outras abordagens contemporâneas voltadas ao mais-que-humano.
GT2 – Arte e artefatos de anti-imersão: dispositivos friccionais
Coordenação: Italo Cardoso Travenzoli (UEMG)
Este Grupo de Trabalho busca investigar os artefatos digitais como dispositivos de fricção estética, cognitiva e sensorial, tensionando a lógica da imersão e da transparência dos artefatos culturais. Em lugar da transparência técnica e da experiência envolvente, interessam-nos processos que operam por meio da opacidade, da latência, do ruído e da instabilidade. Interfaces interativas deixam de ser canais neutros e tornam-se zonas de presença crítica, revelando suas camadas de mediação e sua capacidade de afetar e ser afetadas. O GT busca trazer a lume as investigações que exploram artefatos digitais, como jogos, instalações, narrativas, softwares artísticos, curadorias, assim como ambientes de co-emergência entre sujeito, operação maquínica e linguagem. Interessa-nos pensar a interface como um campo relacional e autopoético, em que a experiência estética se articula a formas coletivas e expandidas de consciência. Assim, é proposto a discussão das tecnologias não apenas como ferramentas, mas como operadores conceituais de problemas críticos na exploração dos limites e tensionamentos entre técnica, poética e subjetividade.
GT3 – Arte, ciência e tecnologia do triângulo Afro-Atlântico
Coordenação: Tatiane de Oliveira Elias (UFSM) e Fernando Scherer (UNIVASF)
Este grupo de trabalho aborda as interseções entre arte, ciência e tecnologia do triângulo Afro-Atlântico, explorando a importância da diáspora africana. Na ciência, na tecnologia e nas artes visuais, personalidades negras desempenharam papeis de grandíssima importância para a construção da memória histórica e da identidade coletiva. Essas personalidades, por muitos séculos, foram invisibilizadas devido ao passado histórico colonial. Desafiando as narrativas dominantes e servindo como centros de ativismo, este GT procura examinar a natureza multifacetada destes artistas e as suas contribuições para a luta contínua pela mudança social e pela diversidade. Convidamos propostas que explorem (mas não se limitem a): narrativas históricas e contranarrativas, relações culturais transcontinentais, migração de artistas, obras de arte, curadoria e estratégias de exposição; também são bem-vindos trabalhos que questionam as leituras canônicas da história da arte (ocidental), bem como práticas de colecionismo e organização de arquivos. Exemplos de questões a serem levantadas são: Como podem as práticas serem reinventadas em um novo contexto? Como os artistas negociam a sua identidade migrante em novas geografias?
GT4 – Constelações da escrita: estudos tipográficos e cultura gráfica
Coordenação: Mário Vinícius Ribeiro Gonçalves (CEFET-MG) e Emerson Nunes Eller (UFMG)
O Grupo de Trabalho propõe explorar a tipografia e outros sistemas de inscrição gráfica como campos que combinam experimentação, investigação crítica e atenção às materialidades da escrita. Acolhe pesquisas sobre letras, caracteres e modos variados de inscrição, envolvendo design de tipos, caligrafia, lettering, projeto gráfico, práticas editoriais e estudos sobre leitura, entre outros domínios. Considera que a escrita, em suas diversas expressões, resulta de articulações entre técnicas, suportes e culturas visuais que atravessam tanto o digital quanto o analógico. Interessa ao GT reunir trabalhos que examinem escolhas formais, processos de produção e usos situados, valorizando abordagens que compreendam a escrita como prática em constante renovação. A proposta busca, assim, integrar perspectivas que relacionam pesquisa, criação e crítica nas discussões sobre os modos de fazer e pensar a forma gráfica ontem, e, sobretudo, hoje.
GT5 – Design de interfaces para conexões bioéticas: artifícios e artefatos para além da tela
Coordenação: Débora Aita Gasparetto (UFSM)
O Grupo de Trabalho propõe discutir como o design de interfaces pode promover conexões bioéticas entre pessoas, tecnologias e ecossistemas, ultrapassando o paradigma centrado na tela. Em um cenário de crise ambiental, desigualdades sociais e proliferação de dark patterns, o GT busca explorar artifícios e artefatos que favoreçam interações mais responsáveis, acessíveis e sustentáveis. A partir de perspectivas como Design Justice, estudos pós-digitais e práticas extensionistas, investiga-se como ambientes responsivos, objetos, gestos, sonoridades e tecnologias de baixa complexidade podem gerar experiências significativas para comunidades reais. O GT acolhe pesquisas, protótipos e reflexões críticas que proponham alternativas ao extrativismo digital, ampliem a acessibilidade, enfrentem manipulações de UI/UX e imaginem formas de interação que respeitem vidas humanas e não humanas.
GT6 – Dispositivos de tempo: poéticas temporais
Coordenação: Miguel Alonso (USP)
“Dispositivos de tempo” convida a repensar os artifícios e artefatos tradicionais criados para representar e apresentar o que pode ser o tempo, além do que é cronológico e hegemônico. A proposta deste Grupo de Trabalho é investigar as formas de lidar com “tempos” de modo plural e multidisciplinar, aproximando as artes visuais de outras áreas de conhecimento como a cronobiologia, o design temporal, entre outras possibilidades de narrativas do tempo como nos Relógios de Artista. O objetivo é promover o diálogo lançado olhar para oscilações de perspectivas objetivas e subjetivas de temporalidade, nas relações entre trabalhos artísticos, tecnologias, ciências e sociedade. No cotidiano os dispositivos sociais de tempo lidam com poder e controle, mas são aqui desafiados, com poéticas temporais.
GT7 – Fronteiras Esfumadas
Coordenação: Guilherme Rodrigues Bruno (UFFS) e Marcela Alvares Maciel (UFFS)
Leonardo Da Vinci, o famoso polímata florentino da Renascença, inspirou o pensamento moderno ao combinar arte, técnica e ciência, numa mensagem filosófica disruptiva, escrita essencialmente por seus artifícios e artefatos. Nesse sentido, o sfumato, seu conhecido recurso pictórico que joga com os limites da percepção, pode ser retomado como arquétipo dos tempos atuais. Um nebuloso mistério encobrindo as perspectivas dos tempos futuros, não seria apenas uma metáfora simbolista para diagnosticar o presente, mas, também, nesse GT, uma invocação ao pensar e escrever sobre as fronteiras, cada vez mais diluídas, entre artefatos e artifícios. Para além de uma realidade “virtual”, “aumentada” ou “misturada”, os artefatos tecnológicos metamodernos fazem emergir o que chamaremos “realidade esfumada”, plena de alucinações, pareidolias, apofenias, e novos signos. Mais que imagens divertidas, edulcoradas artificialmente, esses novos artefatos podem estar produzindo uma verdadeira reescrita dos mitos coercitivos das interações humanas, esse poderoso artifício que costura o tecido social. Ao mesmo tempo, à margem da perplexidade com que a ciência contempla as novas gerações perderem o interesse pelo saber acadêmico, sublima o entendimento de que o futuro não será apenas descortinado por uma nova fórmula, mas inventado por uma nova fábula, novos mitos, em suma, por uma reescrita criativa, e não apenas por sua reformulação técnica. Nesse sentido, esse GT convida a todes que ousam pensar o papel da arte-ciência-tecnologia dentro desse contexto, avançando sobre essa esfumada fronteira que desafia seus horizontes.
GT8 – Imagem, Edição e Tecnopoéticas
Coordenação: Rogério Barbosa da Silva (CEFET-MG), Wagner José Moreira (CEFET-MG) e Patricia Chanely Silva Ricarte (CEFET-MG)
Este Grupo de Trabalho explora o pensamento sobre as relações Interartes, as Tecnologias de Edição, a Educação Tecnológica e as Tecnologias Digitais. Busca a discussão de trabalhos que tratem da imagem estática ou cinética em relação com as tecnologias mecânicas (século XIX), eletrônicas e digitais (séculos XX e XXI), bem como o estreito diálogo da educação, da edição, da poesia eletrônica, da literatura digital com o tecnológico e suas relações com as poéticas que o atravessam.
GT9 – Narrativas em videogames
Coordenação: Adriana Falqueto Lemos (IFSULDEMINAS)
Os videogames configuram-se como mídias contemporâneas dotadas de capacidade narrativa, mobilizando a própria ficção como fundamento para o desenvolvimento do jogo; são, portanto, jogos constituídos por meio da ficção (Tavinor, 2009). À luz da noção de ergodicidade proposta por Espen Aarseth (1997), entende-se que a engine opera de modo que a narrativa atua como eixo organizador dos elementos ergódicos distribuídos ao longo da experiência de jogo. Nesse contexto, o avanço narrativo depende do êxito do jogador em superar os desafios estabelecidos pela programação. Ao investigarmos os jogos e suas narrativas, alinhamos nossa abordagem à perspectiva de Mia Consalvo, que argumentou, em 2012, que “nenhuma disciplina ou campo deve (ou pode) ter controle sobre a pesquisa ou teorização de jogos, e o estudo dos jogos é enriquecido por vários caminhos de investigação” (p. 8). Assim, propomo-nos a examinar jogos e suas construções narrativas com o objetivo de compreender de que maneira sua programação possibilita, por meio de elementos ergódicos, o desenvolvimento das narrativas e os efeitos produzidos nos jogadores. Este GT aceita trabalhos que abordem quaisquer pesquisas relacionadas às narrativas de jogos e às formas de sua apreciação.
GT10 – O artista no século vinte um e a possibilidade de uma criação autônoma por inteligência artificial
Coordenação: Alberto M. R. Semeler (UFRGS)
A Inteligência Artificial promove uma completa democratização do processo criativo. Em um mundo onde cada pessoa é um potencial criador qual é o papel do artista neste século dominado pela inteligência artificial? O que será concretizado é semelhante ao que se verificou com a arte tida como extinta no início do século XX e que permanece em recorrente desconstrução e reinvenção até os dias atuais? Por exemplo, não existe uma definição consensual e aceita sobre o que é arte entre profissionais e criadores. A base de dados e a inteligência artificial podem criar um estilo que seja independente e único? Esta é a proposta desse grupo de investigação.
GT11 – O livro: artes, ofícios e tecnologias
Coordenação: Ana Elisa Ribeiro (CEFET-MG) e Elaine Martins (CEFET-MG)
Aceitamos trabalhos sobre o livro, seus processos de criação e produção, os artefatos em que se transformam, ofícios com ele envolvidos, diretos e laterais, assim como práticas de produção que levam a diversas formas de circulação e consumo do objeto, tenha ele o formato e a materialidade que for. Tecnologias e técnicas do livro, conhecimentos especializados, formas e recursos para editar e difundir, convergências com inteligências artificiais, resistências e a preservação da tecnodiversidade relacionada ao livro. Convidamos pesquisadores de Letras, Comunicação Social, Sociologia, Antropologia, Biblioteconomia, História, Belas Artes, Design, Filosofia, Psicanálise, Educação e áreas conexas a especular sobre aspectos teóricos e/ou práticos do livro e de seus processos de produção (incluindo aspectos de gênero e interseccionais), com trabalhos originados em pesquisas acadêmicas, práticas laboratoriais, experimentações e atividades profissionais editoriais.
GT12 – Perspectivas inovadoras das cidades e do ambiente construído
Coordenação: Renata Maria Abrantes Baracho (UFMG) e Mozart Joaquim Magalhães Vidigal (UFMG)
Reflexões, pesquisas, experimentações e aplicações sobre as transformações urbanas sob perspectivas fluidas, digitais, virtuais e inteligentes, impulsionadas por tecnologias e mídias contemporâneas. Com uma abordagem interdisciplinar e colaborativa, integra campos como arquitetura, urbanismo, patrimônio, artes, engenharia e áreas afins para explorar novas formas de conceber, produzir e gerir o ambiente construído e suas edificações. As investigações articulam inovação tecnológica, criação artística e sustentabilidade social, combinando modelagem digital, dados urbanos, simulações imersivas e processos participativos. O objetivo é desenvolver soluções integradas que ampliem a eficiência, a qualidade espacial e o bem-estar coletivo, contribuindo para cidades mais justas e inclusivas, capazes de responder a desafios contemporâneos como mudanças climáticas, desigualdades territoriais e transformação digital.
GT13 – Procedimento frente à instrumentalização da atenção
Coordenação: Paulo Roberto Barreto Caetano (CEFET-MG)
Um traço da Modernidade é a explosão de estímulos que atravessam o indivíduo. Walter Benjamin aponta isso lendo Baudelaire, tendo como paradigmático o episódio em que soldados voltam mudos da trincheira – uma resposta vazia do aparelho psíquico para o excesso de estímulos que é a guerra e o progresso. Uma discussão a esse embotamento é realizada pelos Formalistas Russos, que vão pensar a literatura como meio de lidar com a economia da atenção, tão sequestrada com a intensificação do trabalho e do sistema econômico: singularizar o objeto para tornar sua percepção mais duradoura, diria Victor Chklóviski em “A arte como procedimento”. A corrente crítica em pauta, ainda que tenha sido alvo de críticas por ser apolítica, pode servir para pensar o estatuto da arte nos séculos XX e XXI? O GT então propõe abordar a ideia de artifício nessa chave, bem como discussões que orbitam e desdobram os temas aventados neste resumo, suscitando questionamentos como, por exemplo: de que forma a arte contemporânea revigora a tensão “conhecido x desconhecido”? Em que medida é possível gerar estranhamento, no tecido de notificações tão embotadoras quanto ansiogênicas, que a revolução tecnológica criou para os usuários do século XXI? Daria para dizer que o Pós-estruturalismo tangencia o estranhamento ao rever verdades cristalizadas? Como a politização de correntes críticas vivifica o debate sobre arte e sobre universidade? Essas são algumas questões que o GT propõe, convidando pesquisadores de diversas áreas.
GT14 – Territórios da Memória
Coordenação: Cristina Horta de Almeida (UFMG)
A memória é um fenômeno no qual as materialidades e as nossas percepções a seu respeito são indissociáveis. Essa ideia engloba tanto noções do documental quanto do imaginário. Carrega uma dimensão ativa frente à sua capacidade de reconstrução permanente, estabelecendo a conexão entre passado, presente e futuro. É, portanto, uma experiência viva e o que o GT busca explorar são os modos utilizados para se produzir e contar memórias. Com um caráter transdisciplinar, o grupo visa promover a discussão de trabalhos que tangem as relações entre memória e espacialidade (territórios, monumentos, museus); registro e narrativa (documentos, arquivos, testemunhos); corpo e as inscrições da memória (ritual, social, artístico); biopolíticas da memória (poder, apagamentos, construções de identidades); memória e processos simbólicos (ficção, imaginação, significação).
GTX – Artifícios e Artefatos
Coordenação: Pablo Gobira (UEMG)
O Grupo de Trabalho X: Artifícios e Artefatos será o único com sessões remotas/online. Nele aderem pesquisas de mestrand@s, mestr@s, doutorand@s e doutor@s que realizem os seus estudos no campo das relações entre arte, ciência e tecnologia (artes digitais) e que de modo direto ou indireto abordem o tema desta edição do evento. As regras para a submissão a este GT são similares aos outros, mas o modo de apresentação do trabalho, em caso de aprovação, se dará online.
RESIDÊNCIA DE LEITURA
Coordenação: Prof. Dr. João Vilnei (UFC)
A residência é uma experiência de escrita e leitura coletiva, inspirada na ideia dos “reading camps”, de Tonika Sealy Thompson e Stefano Harney. Os autores, em “Ground Provision” (2018), apresentam os “reading camps” como um refúgio em que as pessoas podem ler juntas, espaço de contemplação e reflexão. No texto, eles desenvolvem uma crítica sobre o lugar da leitura na universidade que, na maior parte do tempo, é uma experiência solitária e escondida, transformada em um momento de profunda individualização. A proposta da residência é promover no evento um espaço de leitura coletiva e afetuosa, vivenciada como atividade acadêmica e artística, além de conexão entre prática e teoria. Os participantes inscrevem-se na residência com um resumo expandido entre 2 e 5 páginas, com tema relacionado às artes e áreas afins, em qualquer etapa de desenvolvimento. Uma sala será preparada com cadeiras, mesa, canetas, lápis e os textos impressos dos participantes. No primeiro momento, os textos serão lidos pelo grupo, recebendo comentários e sugestões escritas no próprio documento impresso. No seguinte, o grupo volta a se reunir para trocar impressões sobre a experiência de leitura e também para discutir sobre as contribuições e comentários recebidos nos textos.
INSCRIÇÕES DE TRABALHOS ARTÍSTICOS PARA EXPOSIÇÃO
Em sua 11ª edição pretendemos dar continuidade ao movimento iniciado no ano de 2019 e expor trabalhos propostos por artistas que pretendam vir ao Congresso. Para a avaliação dessas propostas esperamos o envio dos projetos artísticos (sobre obras de arte prontas no campo das relações entre arte, ciência e tecnologia).
Na 7ª edição da Exposição Panorama a produção terá 2 modalidades: obras a serem expostas em ambiente FÍSICO da PANORAMA 7 a ser realizada em Belo Horizonte durante a programação do CIACT-SAD 1O e também serão aceitas obras para avaliação da possibilidade de exibição híbrida (online/offline); obras a serem expostas EXCLUSIVAMENTE em metaverso em ambiente computacional 3D.
ENVIO DA PROPOSTA ARTÍSTICA
Até 03/02/2025
MODELO DA PROPOSTA ARTÍSTICA
Solicitamos que a proposta tenha as seguintes informações: 1) título, 2) resumo, 3) categoria (se possível), 4) Ano do trabalho (ou se inédito), 5) Conceito/argumento/sustentação poética do trabalho, 6) descrição técnica do trabalho, 7) proposta de expografia (sugestão sobre como exibir o trabalho), 8) imagens e vídeos do trabalho (ou link de website/portfólio etc.), 9) mini-bio d@ artista.
Aviso: a avaliação das comunicações será “cega” (os avaliadores não saberão quem são os autores e os autores não sabem quem são os avaliadores). Porém, não será possível realizar essa modalidade de avaliação das obras. Infelizmente, nesta edição, não está previsto cachês/pro labore, deslocamentos ou custeio das produções para os artistas.
Aviso 2: este ano, infelizmente, não serão aceitas obras para serem expostas em ambiente FÍSICO enviados através de correios/transportadora.
Aviso 3: este ano não serão permitidas a retirada ou colocação de obras fora da data de montagem e desmontagem a serem informadas pela produção da exposição